Em todas as emergências da última década, a informação falsa circulou mais depressa do que a própria emergência. Parte dela é inventada. A maior parte é uma mensagem verdadeira sobre outro lugar ou uma mensagem verdadeira de há três anos.
De onde vem realmente a informação oficial. Cada país neste site indica o seu próprio canal de crise — um site governamental, uma emissora, um sistema de alertas móveis ou os três. Encontre o seu agora, enquanto nada está a acontecer, e saiba como ele é. Uma pessoa que nunca viu um alerta verdadeiro não consegue distinguir um falso.
Três verificações que levam dez segundos cada.
- Quem o disse primeiro? Não quem lho enviou. Se o rasto termina numa captura de ecrã, tem uma captura de ecrã, não uma fonte.
- Quando? Uma fotografia de um edifício em chamas não indica a data. A mesma imagem é reutilizada em todas as crises.
- Onde? Procure algo na imagem que permita determinar o local: um letreiro, uma matrícula, uma língua na fachada de uma loja.
A regra sobre repetir. Se não o verificou, não o reencaminhe. Numa emergência real, as mensagens que envia são aquelas com base nas quais as pessoas de quem gosta agirão, e um rumor chega com o seu nome.
Se não tiver a certeza, diga aquilo que realmente sabe: "Vi uma mensagem a dizer X, não consegui confirmá-la." Isso é algo útil para enviar. Um rumor reencaminhado não é.